O Samba da Elis recebe neste Sábado 17/02 as 13hs no Cidá-Samba as meninas do Samba de Dandara

Postado por CidáSamba em 14/fev/2018


Samba de Dandara

A escolha do nome Dandara não é à toa, temos como inspiração a guerreira mulher negra, que é uma referência histórica na luta contra a escravidão. Ser Dandara significa rememorar, homenagear e promover a resistência feminina e negra. A banda, ao trazer a ancestralidade e a força feminina, busca discutir o lugar da mulher no universo do samba, colocando em questão o machismo estrutural da sociedade em que vivemos. Samba de Dandara é samba de resistência e empoderamento, questiona, problematiza e luta para expandir e fortalecer o lugar da mulher tanto no samba como no mundo.
Musicalmente, passeia pelos ritmos afro-brasileiros, como o samba em suas várias vertentes, ijexás, afoxés e pontos de candomblé e umbanda. Traz em seu repertório compositoras que deixaram suas verves poéticas na música brasileira e que influenciam o trabalho do grupo, entre elas Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Teresa Cristina, além de compositores que afirmam a origem paulista desse projeto como Geraldo Filme, Kiko Dinnuti e Douglas Germano, além de obras autorais de compositoras do grupo como Samba à toa de Maíra da Rosa e Pé de moça de Mariana Rhormens, entre outras.

Samba de Dandara é:
– Maíra da Rosa na voz
– Laurinha Guimarães no violão
– Laís Oliveira no cavaquinho
– Maíra Ranzeiro na percussão
– Analia na percussão
– Mariana Rhormens na percussão
– Roberta Kelly na percussão

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