Povos Originários e a experiência de uma escola no Butantã – a EMEF Amorim Lima

Postado por Horizontes em 16/maio/2018


Hoje, dia 16 de maio de 2018, no programa Horizontes duas professoras – a Cris Morales e a Cleide – e dois alunos – o Daniel e a Isadora contaram a experiencia de estudo sobre os povos originários. No começo do mês aconteceu uma festa dos povos originários nesta escola com a presença de diversas etnias indígenas.

As professoras contaram como tiveram contato com etnias indígenas e como trabalham com os alunos de forma a promover reflexões que não divulguem estereótipos, mas compartilhem significados e lutas comum.

Os alunos realizaram visitas em aldeias. Em uma destas visitas foram para uma aldeia na Zona Sul e tiveram uma emocionante vivência com eles e se organizam para fazerem anualmente pelo uma visita em alguma aldeia. Trabalham com as crianças os diferentes nomes das etnias, assim como suas especificidades, pois não querem que seja ensinado o apelido “índio”, pois chamar pelo apelido é a negação dos povos originários. Hoje são mais de 240 etnias indígenas e menos de 1 milhão de pessoas indígenas pelo censo. Vivemos um etnocídio, que é a violência e o extermínio de etnias.

Educar a partir dos povos originários é uma educação política. Desta maneira não é possível aprofundar o currículo sobre os povos originários sem um posicionamento histórico, cultural, social. Escola que toma partido contra as injustiças  e compartilha lutas por valores para uma sociedade melhor.

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